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	<title>Sylvia Sabbato</title>
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	<description>Psicóloga psicodramatista</description>
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		<title>Deixe o orgulho de lado e procure novas relações</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 11:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Não ter medo de novos relacionamentos não é um sinal de fraqueza As relações humanas andam cada vez mais escassas. Paradoxalmente, nunca houve um momento na história em que tivéssemos tanto acesso à comunicação. A tecnologia hoje nos permite contato com qualquer país a qualquer momento do dia ou da noite. Mas relacionar-se é bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sylviasabbato.psc.br/wp-content/uploads/2011/09/casal.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-80" title="Casal" src="http://www.sylviasabbato.psc.br/wp-content/uploads/2011/09/casal.jpg" alt="Casal" width="620" height="180" /></a></p>
<p><strong>Não ter medo de novos relacionamentos não é um sinal de fraqueza</strong></p>
<p>As relações humanas andam cada vez mais escassas. Paradoxalmente, nunca houve um momento na história em que tivéssemos tanto acesso à comunicação. A tecnologia hoje nos permite contato com qualquer país a qualquer momento do dia ou da noite. Mas relacionar-se é bem mais que manter qualquer forma de comunicação com o outro. É uma espécie de entrega por meio dos órgãos dos <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/sentidos.htm?secCodigo=6" target="_blank">sentidos</a>. É doar seu coração e sua mente ao outro e esperar o mesmo dele. Nisso se inclui toda forma de relação: a profissional, a amorosa, a social, a familiar.</p>
<p>O principal requisito para que consigamos adentrar esse mundo de troca é estarmos inteiros ou integrados a nós mesmos. Ao aprofundarmos o autoconhecimento, conhecermos quem somos, nossos anseios, nossas faltas, nossas alegrias, acabamos encontrando o substrato do humano, sendo mais fácil e mais natural alcançar o humano no outro lado da relação.</p>
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<p>Uma grande dica para que isso aconteça é, antes de iniciarmos um diálogo com o outro, nos questionarmos: &#8220;o que eu preciso do outro?&#8221;, &#8220;o que eu realmente quero neste momento?&#8221;. Ao respondermos a estas questões, estamos simultaneamente entrando em contato com nossa própria falta (autoconhecimento) e abrindo ao outro uma janela de possibilidade para que se estabeleça uma relação autêntica. Uma troca que nos alimenta em nossa real necessidade e alimenta o outro em sua qualidade de doador.</p>
<p>Ora, mas você poderia perguntar: &#8220;mas se eu disser ao outro que preciso dele ou de algo que pode me dar, não estarei me tornando vulnerável, rebaixado, expondo minhas fraquezas?&#8221;. Sim! Você está sim expondo uma falta, uma necessidade. E pelo orgulho também inerente à raça humana é que é tão difícil essa exposição. Mas sem ela, não há como sabermos a necessidade e nem a obtenção do nosso <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/desejo.htm?secCodigo=6" target="_blank">desejo</a>.</p>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria">
<p>Se o orgulho prevalecer, há o grande de ocorrerem manipulações. Acabamos dizendo ou fazendo coisas para que o outro diga ou faça algo que queremos. Qualquer um que esteja do outro lado se sente manipulado, ainda que a sensação não seja consciente. E age futuramente da mesma forma. Ou seja, manipulando. Aí sim está encerrada qualquer possibilidade da relação autêntica.</p>
<p>Ao passo que, se utilizarmos a primeira pessoa do singular em qualquer diálogo, estaremos oferecendo a oportunidade ao outro de abrir a carcaça do orgulho e nos emprestar os ouvidos da alma. É dizer: &#8220;eu sinto muito a sua falta&#8221;, ao invés de &#8220;você só quer saber dos seus <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/amigos.htm?secCodigo=6" target="_blank">amigos</a>&#8220;. A primeira frase expõe nossa falta e nosso desejo. A segunda é uma acusação, uma cobrança. Ninguém gosta de ser acusado ou cobrado, mas todos gostam de ser desejados e queridos.</p>
</div>
<p>Nada mais engrandecedor e corajoso do que poder admitir e encarar nossa própria imperfeição e incompletude. Por isso, é muito importante que saibamos nossas reais necessidades, nossas faltas e anseios. É assim que nos tornamos inteiros e aptos para estarmos em relação.</p>
<p>É muito importante que saibamos nossas reais necessidades, nossas faltas e anseios. Sabendo dessas coisas, é muito mais fácil manter um relacionamento.</p>
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		<title>Organização é o grande segredo para viver melhor</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 11:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
				<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Conseguir tempo para fazer o que precisa é mais simples do que parece Frequentemente recebo pacientes com pouca motivação. Sentem-se cansados, preguiçosos, com vontade de dormir o tempo inteiro. A maioria desses pacientes trabalha de segunda a sexta e, além do trabalho, não faze mais nada. Nem atividade física, nem qualquer outro curso, tampouco saem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.sylviasabbato.psc.br/wp-content/uploads/2011/09/137_26657_i.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-83" title="137_26657_i" src="http://www.sylviasabbato.psc.br/wp-content/uploads/2011/09/137_26657_i.jpg" alt="" width="214" height="320" /></a>Conseguir tempo para fazer o que precisa é mais simples do que parece</strong></p>
<p>Frequentemente recebo pacientes com pouca motivação. Sentem-se cansados, preguiçosos, com vontade de <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/dormir.htm?secCodigo=6" target="_blank">dormir </a>o tempo inteiro. A maioria desses pacientes trabalha de segunda a sexta e, além do trabalho, não faze mais nada. Nem atividade física, nem qualquer outro curso, tampouco saem com os amigos durante a semana. Ao mesmo tempo, queixam-se de que têm uma porção de coisas a fazer: arrumar os armários, trocar uma lâmpada queimada, ligar para alguém com quem não fala há muito tempo, providenciar alguns consertos em casa e por aí vai.</p>
<p>Às vezes, passam tanto tempo se cobrando o quanto precisam fazer, que não sobra tempo algum para realmente fazer alguma coisa. O cansaço de pensar o quanto precisava e o tanto que deixou de fazer leva a uma estafa mental violenta.</p>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl1_tMateria">
<p>Por fim, chega-se à filosofia do &#8220;Jaque&#8221;: &#8220;Já que não fiz isso mesmo, pelo menos agora vou dormir&#8221;; &#8220;Já que comi um bombom e saí da dieta, vou comer uma barra inteirinha de chocolate&#8221;; &#8220;Já que não li o texto proposto, vou faltar ao curso&#8221;&#8230; Esse tipo de atitude está se tornando cada vez mais comum.</p>
<p>O que as pessoas não percebem é que esta forma de viver é o maior autoflagelo de todos e que pode, sem fazer grande alarde no princípio, levar à depressão, ao sentimento de fracasso, de frustração contínuo.</p>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria">
<p>É verdade que há razões subjacentes para que tudo isso aconteça: questões psicológicas profundas podem estar por trás dessa série de acontecimentos. Mas, de forma geral, o que cada um precisa, em primeiro plano, é conseguir se organizar. Fazer uma lista de tudo o que têm para resolver: o armário, o conserto, a visita a alguém, um texto a escrever. Concretizando os afazeres numa lista simples de papel, fica mais fácil visualizar as prioridades e organizar o que deve ser feito e em que momento pode ser realizado.</p>
<p>Outro passo extremamente importante é jamais convidar o &#8220;Jaque&#8221; para sua vida. Deixe-o em paz e ele vai deixá-lo também. Não conseguiu deixar de comer o bombom, não se castigue comendo uma barra inteira de <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/chocolate.htm?secCodigo=1" target="_blank">chocolate</a>. Porque o que se vê depois é uma punição mental pior ainda. Aquela vozinha interior dizendo: &#8220;Você não vale nada mesmo, não é? Nunca vai deixar de ser gorda(o)! Você merece tudo de ruim que lhe aconteça&#8221;.</p>
<p>Esta última frase, então, é o maior perigo de todos. Ela se torna uma tese, uma teoria. Inconscientemente, a pessoa vai se boicotando ao longo da vida, pois toda teoria precisa ser comprovada. Por isso, preste atenção à sua vida, tente organizá-la. Apenas não se coloque muitas obrigações num curto espaço de tempo. Coloque-se objetivos alcançáveis num prazo de tempo igualmente cumprível, ou senão será outro boicote e a frustração toma conta de novo.</p>
<p>Cuide de sua vida e deixe a Vida tomar conta de você!</p>
<p>Sem fazer grande alarde no princípio, a falta de tempo pode levar à depressão, ao sentimento de fracasso, de frustração contínuo.</p>
</div>
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		<title>Mude sua rotina e fuja do estresse</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 11:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Separar um dia para você mesmo é um ótimo jeito de relaxar Adoro banhos quentinhos e caudalosos. Que nenhum dermatologista me escute! Semana passada o aquecedor central de minha casa entrou em crise. Não funcionava de jeito nenhum. Entrei em contato com o serviço de manutenção e agendei um técnico para sábado, entre 9:00 da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.sylviasabbato.psc.br/wp-content/uploads/2011/09/tempo_para_si.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-85" title="Tempo para si" src="http://www.sylviasabbato.psc.br/wp-content/uploads/2011/09/tempo_para_si.jpg" alt="Moça em campo florido" width="620" height="180" /></a></strong></p>
<p><strong>Separar um dia para você mesmo é um ótimo jeito de relaxar</strong></p>
<p>Adoro banhos quentinhos e caudalosos. Que nenhum dermatologista me escute! Semana passada o aquecedor central de minha casa entrou em crise. Não funcionava de jeito nenhum. Entrei em contato com o serviço de manutenção e agendei um técnico para sábado, entre 9:00 da manhã e meio dia.</p>
<p>O tempo foi passando e nada do técnico chegar. Falei com a central e me responderam que o serviço iria atrasar, mas que seria atendida ainda no sábado. Sem banho e com uma porção de providências a tomar naquele dia, afinal as lojas estão abertas e eu não estou trabalhando, fui aguardando, vendo a hora passar.</p>
<p>Resolvi sair sem banho mesmo e o técnico que me ligasse quando chegasse em minha casa. Fui trocar material de construção para a uma reforminha básica para manter a casa. Quando chego à loja, estão sem sistema, e meu plano vai por água abaixo.</p>
<p>Bom, para ficar mais calma vou almoçar. Assim que peço meu almoço, o técnico do aquecedor entra em contato que está na porta da minha casa. Peço que me espere por meia hora, pois estou almoçando. Meu lanche veio errado. Vou trocar o lanche.</p>
<p>A essa altura, meu <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/estresse.htm?secCodigo=6" target="_blank">estresse</a> está se pronunciando e a serenidade para resolver questões básicas se esvai. Tenho certeza que você já passou por situações como essa. Principalmente se mora em São Paulo ou em qualquer outra cidade grande, e mais ainda se já teve que falar com alguma operadora de telefonia celular para resolver questões simples.</p>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl2_tMateria">
<p>Quando estou prestes a brigar com o rapaz da lanchonete, lembro-me de uma frase dita a mim por meu pai: &#8220;Você deve aprender a mudar de trilho.&#8221; Sim. Embora simples, é das psicologias mais sensatas e a que menos conseguimos realizar nesses momentos.Ou seja, nada melhor que, se algo não está correndo conforme o planejado, deixar tudo de lado e fazer realmente o que dá prazer. Comi o lanche errado mesmo e me consolei com uma sobremesa travessa. Fui para casa, tomei aquele banho! Deitei no sofá e deixei todo o resto do planejado para ser feito outro dia.</p>
</div>
<div id="ctl00_ctl00_body_corpoPagina_materia1_lstTextos_ctrl3_tMateria">
<p>Há questões urgentes e prioritárias na vida, mas atualmente começamos a nos cobrar soluções cada vez mais e mais rápidas para as coisas, como se o amanhã não existisse. Um dos contras de um mundo globalizado e online 24 horas por dia. E a autocobrança é a mais impiedosa de todas.</p>
<p>Há oficialmente uma tabela de estresse para cada evento em nossas vidas, como reforma ou mudança de casa, casamento, a chegada de um filho e um número exato para cada nível de estresse gerado em cada um desses eventos.</p>
<p>Mas mesmo se essa tabela não existisse, é veemente o quanto acabamos nos cobrando várias resoluções para um só dia. Terminamos frustrados. Principalmente em cidades grandes, é importante saber se permitir; mudar de trilho e decretar feriado individual. Não deu certo? Mude! Você pode!</p>
<p>&#8220;Principalmente em cidades grandes, é importante saber se permitir; mudar de trilho e decretar feriado individual.&#8221;</p>
</div>
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		<title>Pensamento positivo transforma a vida das pessoas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 11:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo em que você concentra a atenção passa a ter mais valor. Sim. Efetivamente, tudo aquilo em que você concentra atenção aumenta em extensão, seja volume, cheiro e cor. Se você acordar com uma dorzinha na ponta do dedinho do pé e pensar nela demoradamente ao longo do dia, no final, não estará suportando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tudo em que você concentra a atenção passa a ter mais valor.</strong></p>
<p>Sim. Efetivamente, tudo aquilo em que você concentra atenção aumenta em extensão, seja volume, cheiro e cor. Se você acordar com uma dorzinha na ponta do dedinho do pé e pensar nela demoradamente ao longo do dia, no final, não estará suportando a dor e acabará num pronto socorro.</p>
<p>O mais surpreendente é que, em geral, todo ser humano quer saúde, alegria, dinheiro, bons relacionamentos e amigos. Mas acaba sempre dedicando um tempo enorme diário pensando, considerando aquilo que não tem: a falta de saúde, de amigos, principalmente de dinheiro.</p>
<p>Assim, onde concentramos atenção? Naquilo que não temos e não queremos, nas dores, nas angústias e nas faltas.<br />
Mudança de direção<br />
Sugiro aos meus pacientes que, por uma semana, façam um teste. Proponho uma semana de loucura: nesta semana você vai pensar que tem tudo o que quer.</p>
<p>Vamos começar fazendo uma lista dos sonhos. Vou ainda além. Essa lista não pode conter afirmações falsas, mas devem ser verossímeis.</p>
<p>Não adianta uma mulher de um metro e meio de altura escrever que tem um e setenta e seis. Proponho afirmações que façam sentido: tenho muita saúde, respiro com facilidade, tenho uma família ótima, vou comprar um apartamento melhor, mais próximo do trabalho.<br />
Mais uma pecinha chave: fica atrás da orelha direita. Toda vez que você se pegar pensando em coisas desagradáveis, vai virar a chave (literalmente &#8211; mexa atrás da orelha direita) e lembre-se de mudar a direção dos seus pensamentos, da sua atenção.</p>
<p>Sem exceção, quando os pacientes passam por essa experiência, chegam novos na semana seguinte. Várias ideias surgem ao longo desse período, direcionando-os para exatamente aquilo que querem.</p>
<p>Não é mágica, mas é o incrível poder de encontrarmos a solução nos próprios problemas. A diferença é que antes, a concentração estava na ausência e agora, na solução. Há um ditado popular: &#8220;todo problema trás em si a semente da solução&#8221;.<br />
Segundo Carl Gustav Jung, famoso psiquiatra suiço, todos nós nascemos com a tendência ao desenvolvimento, ao aprimoramento.</p>
<p>A psicoterapia somente se faz necessária quando acabamos nos distanciando dessa linha essencial de crescimento. A função do profissional seria reaproximar o indivíduo dessa sua linha ou tendência.</p>
<p>É claro que não há uma solução mágica para as angústias da humanidade, mas um grande começo é perceber as novas ideias brotando nos corações. Elas são a demonstração mais clara às pessoas do quanto são capazes de mudar suas vidas. E você? Em que anda pensando? </p>
<p>&#8220;Não é mágica, mas é o incrível poder de encontrarmos a solução nos próprios problemas&#8221;. </p>
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		<title>Aprender a conviver com os próprios sentimentos é uma arte</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 11:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[É difícil escapar de ser dominado por uma emoção que nos desgasta. Tenho muitas pessoas dentro de mim. Dentre elas, um bicho enorme, amedrontador, que fala coisas horríveis e sem volta, ruge, grita e arregala os olhos. Coitadinho, morre de medo de ser abandonado, deixado sozinho. Para conseguir o amor garantido, berra ainda mais. Parece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É difícil escapar de ser dominado por uma emoção que nos desgasta.</strong></p>
<p>Tenho muitas pessoas dentro de mim. Dentre elas, um bicho enorme, amedrontador, que fala coisas horríveis e sem volta, ruge, grita e arregala os olhos. Coitadinho, morre de medo de ser abandonado, deixado sozinho. Para conseguir o amor garantido, berra ainda mais. Parece que ele vai testando até onde os demais aguentam. Quando ele fala mais alto e está mais presente que as outras pessoas que moram dentro de mim, acabo me parecendo mais com ele. É duro colocá-lo no seu lugar novamente. Muito difícil mesmo. Acho que o nome dele é Medo.</p>
<p>Li certa vez que o oposto do amor é o <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/medo.htm?secCodigo=6" target="_blank">medo</a>. E não o ódio, como pensamos. O medo afasta, divide, destrói. O ódio é facilmente revertido, pois nele mora a paixão. Quando o Medo aparece, tento alimentá-lo, perguntando: &#8220;do que você precisa?&#8221;. Às vezes ele quer colo, outras vezes ele quer ser dominado e outras ainda apenas ser ouvido. Tenho que alimentá-lo e pedir aos outros o que ele necessita. Quem sabe assim ele se acalma por um tempo. Sim, porque sei que ele está sempre ali.</p>
<p>Bom, aí surge outro carinha que mora dentro de mim. Vem surgindo duro, categórico: &#8220;de jeito nenhum! Você não precisa de ninguém. Precisa se virar sozinha! Autossuficiência! Ademais, os outros podem deixá-la a ver navios. Não confie em ninguém!&#8221; Esse aí, também já sofreu muitas decepções e frustrações. Quer provar a todo tempo que consegue sozinho. É gordo, precisa de alta camada de proteção. Já tomou conta de mim por vários anos. E fiquei literalmente igualzinha a ele. Penso que ele se chama Orgulho.</p>
<p>Enquanto eles se enfrentam numa guerra sem fim, aparece alguém humilde, com a voz branda, suave e sábia. Vem dizendo: &#8220;nem todo o conhecimento vem pela razão! Dê ouvidos a ambos, mas escolha com <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/cora%C3%A7%C3%A3o.htm?secCodigo=6" target="_blank">coração</a> o que é certo de fazer. Você consegue e pedir não diminui seus méritos. Mesmo Jesus pediu para que aquele cálice amargo dos humanos fosse afastado de seus lábios.&#8221; Essa voz me acalma. Gostaria de ser essa pessoa 100% do tempo. Não é homem, nem mulher. Tem forma etérea. Caminha com passos calmos, mas precisos e seguros. Acho que o nome dela é Amor.</p>
<p>Acabo pedindo aos outros que me cercam o que o Medo quer e respondo ao Orgulho que conseguimos aguentar o &#8220;não&#8221;. Algumas vezes, não conseguimos o que o Medo queria. O Orgulho sai rindo e se vangloriando, &#8220;não falei?&#8221;. Acredito que isso aconteça porque nem sempre os outros conseguem estar vestidos do Amor, assim como eu mesma não consigo ser Amor 100% do tempo. Mas procuro quem o esteja vestindo hoje, que é quando o Medo precisa. O mais surpreendente: quase sempre consigo o colinho, ou ouvidos compreensivos.</p>
<p>Conhecendo essas pessoas em mim e nos outros, aprendi que a impaciência, a intolerância e as agressões não são mais que o Medo gritando para não ser abandonado, para ser compreendido. Estou aprendendo com o Amor que ele nasce em primeiro lugar para nós mesmos. O jeitão do Medo não leva a lugar algum. Não consegue o que realmente precisamos.</p>
<p>O amor próprio possibilita o <a href="http://www.minhavida.com.br/tema/amor.htm?secCodigo=6" target="_blank">amor</a> altruísta, generoso. Conhecendo a nós mesmos e às várias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saudáveis, vivendo de bem com a vida.</p>
<p>&#8220;Conhecendo a nós mesmos e às várias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saudáveis&#8221;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quanto custa uma terapia?</title>
		<link>http://www.sylviasabbato.psc.br/sem-categoria/quanto-custa-uma-terapia/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 20:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sylviasabbato.psc.br/?p=35</guid>
		<description><![CDATA[Um investimento maior que meramente financeiro. Esta é uma pergunta que me fazem com freqüência. A resposta poderia estar no preço cobrado em cada uma das minhas sessões multiplicado pelo número de sessões previstas para cada caso. A Psicologia é uma ciência que faz parte das Ciências Humanas. Voltando ao parágrafo anterior, observe os termos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um investimento maior que meramente financeiro.</strong></p>
<p>Esta é uma pergunta que me fazem com freqüência. A resposta poderia estar no preço cobrado em cada uma das minhas sessões multiplicado pelo número de sessões previstas para cada caso.<br />
A Psicologia é uma ciência que faz parte das Ciências Humanas. Voltando ao parágrafo anterior, observe os termos custo, número, preço, caso e multiplicação. Estes termos soam “humanos” para você? Nem para mim!<br />
As queixas, no consultório, sempre remetem a situações emocionais atuais: “tenho medo de sair de casa”, “sou inseguro demais”, “brigo muito com meu marido, com minha esposa, com meus filhos” e assim por diante. Mas, embora sejam questões do dia-a-dia, o sofrimento está intimamente relacionado à história emocional de cada um.<br />
Sabemos de que forma aprendemos a ler e a escrever, a fazer cálculos matemáticos. Mas não temos idéia de que maneira ocorreu o aprendizado emocional. Daí a dificuldade de medirmos quanto tempo leva um tratamento de psicoterapia e, conseqüentemente, seu preço.<br />
Costumo dizer que uma psicoterapia tem um preço alto. Mas não vejo somente a questão financeira. O preço: comparecer às sessões semanalmente, estar disposto a mudar formas de responder emocionalmente, que, apesar de não estarem funcionando muito bem, são as habituais. Mudar é uma escolha, exige esforço.<br />
Tudo isto somado pode parecer um investimento alto. Muitas coisas vão mudar e, sim!, pagamos um preço pelas mudanças pessoais, de relacionamentos e da nossa forma de ver a vida. Mas, afinal de contas, se a sua forma de ser estivesse dando tão certo até o momento, estaria você buscando psicoterapia?<br />
Por outro lado, se você estivesse procurando um cardiologista para uma cirurgia no coração, não iria querer o melhor cirurgião, ou ao menos um de renome? Afinal, seria o seu coração nas mãos dele! A psicoterapia faz também uma cirurgia: na alma. Você também não procuraria um profissional bem qualificado?<br />
Além do mercado, o cálculo do custo de uma sessão envolve o quanto o profissional investe em seu aperfeiçoamento. Todo profissional, para que possa refinar a arte do ofício, deve estar sintonizado com o que há de mais atual. O retorno? O que buscamos nos dias de hoje: mais qualidade de vida.<br />
Pense nisso!</p>
<p>Sylvia Sabbato</p>
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		<title>Gravidez</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 20:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gravidez: do “boom” hormonal ao nascimento de um novo papel. Dois mitos povoam a mente feminina: Maria, a mãe, a que gera a vida; e Eva, feminina e símbolo de sedução. Até a gravidez a mulher se vê, majoritariamente, como Eva, sedutora. Na gravidez, uma série de mudanças corporais se instala e ela se vê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gravidez: do “boom” hormonal ao nascimento de um novo papel.</strong></p>
<p>Dois mitos povoam a mente feminina: Maria, a mãe, a que gera a vida; e Eva, feminina e símbolo de sedução. Até a gravidez a mulher se vê, majoritariamente, como Eva, sedutora. Na gravidez, uma série de mudanças corporais se instala e ela se vê deixando o mundo de Eva, adentrando o mundo de Maria.</p>
<p>A gravidez provoca um “boom” hormonal que interfere nas emoções e gera alteração de humor drástica num mesmo dia.<br />
Além do aspecto fisiológico, quando nasce o bebê, nasce a mãe. Ainda que não seja sua primeira gestação, o filho é diferente do anterior e a mãe terá que se adaptar a essa nova realidade.</p>
<p>Atualmente, com a mulher na linha de frente em suas funções profissionais, fica cada vez mais difícil o desenvolvimento do papel materno. Existe um mito de que a maternidade é instintiva e a mulher acaba se cobrando por não saber desempenhar o novo papel. Como seres racionais, com diversos outros papéis (profissional, amoroso, filial etc), não podemos ser comparados aos animais e exigir de nós mesmos a presença do instinto.</p>
<p>A maternidade precisa ser desenvolvida, assim como aprender a ser filho, professor, esposa e outros. A mulher deve ser amparada, a fim de que possa olhar suas referências de modelo e saber escolher, de forma consciente, o que quer e o que não quer ser enquanto mãe.</p>
<p>Somente na experiência em si é que a mulher observa como vai se sair, mas a psicoterapia psicodramática oferece uma perspectiva especial para novos papéis, por meio de técnicas específicas. A maternidade é, sem dúvida, um evento que se beneficia muito desta linha psicoterápica, afinal, quem não gostaria de antecipar acontecimentos futuros, livrando-se de fantasmas passados?</p>
<p>Sylvia Sabbato</p>
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		<title>Como anda sua auto-estima?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 20:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faça um rápido teste online e descubra como você se sente a seu respeito. O teste apresentado foi elaborado pela psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association do Brasil (Isma-BR), a pedido da revista Veja, com base numa pesquisa internacional sobre auto-estima. A autora gentilmente cedeu os direitos de uso para este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Faça um rápido teste online e descubra como você se sente a seu respeito.</strong></p>
<p>O teste apresentado foi elaborado pela psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association do Brasil (<a>Isma-BR</a>), a pedido da revista Veja, com base numa pesquisa internacional sobre auto-estima. A autora gentilmente cedeu os direitos de uso para este site.</p>
<p>Faça o teste <a href="http://www.sylviasabbato.psc.br/?page_id=55">aqui</a>.</p>
<p>Sylvia Sabbato</p>
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		<title>Ansiedade</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 20:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Transtorno gênero, do qual são espécies o transtorno do pânico, a fobia, a síndrome bipolar. Às vezes, é necessário tratamento medicamentoso. A psicoterapia é sempre indicada. Quando nos encontramos diante de uma ameaça, como um assalto, por exemplo, sentimos medo. O medo, neste aspecto, é uma resposta a um estímulo real, conhecido. Se, por outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Transtorno gênero, do qual são espécies o transtorno do pânico, a fobia, a síndrome bipolar. Às vezes, é necessário tratamento medicamentoso. A psicoterapia é sempre indicada.</strong></p>
<p>Quando nos encontramos diante de uma ameaça, como um assalto, por exemplo, sentimos medo. O medo, neste aspecto, é uma resposta a um estímulo real, conhecido.</p>
<p>Se, por outro lado, tivermos o medo, a sensação de incômodo, como um frio na barriga, taquicardia, falta de ar, dor de cabeça e estes sintomas não têm causa conhecida, algo real, estamos diante do <strong>transtorno de ansiedade</strong>.</p>
<p>A ansiedade sem causa é uma doença e requer tratamento. É gênero, da qual são espécies o <a href="http://www.sylviasabbato.psc.br/?p=22">transtorno obsessivo compulsivo</a>, a fobia e o <a href="http://www.sylviasabbato.psc.br/?p=25">transtorno do pânico</a>.</p>
<p>Para sabermos se estamos diante de um transtorno de ansiedade, é necessário que estes sintomas sejam intensos, persistentes, sem uma causa real e que estejam atrapalhando ou dificultando o cotidiano, as atividades diárias da pessoa.</p>
<p>Este transtorno não afeta a capacidade intelectual, mas causa um sofrimento terrível. Em geral, há necessidade de uso de medicamento, mas a psicoterapia é fundamental para a superação.</p>
<p>Sylvia Sabbato</p>
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		<title>Distimia</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 20:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Sabbato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Transtorno de humor que não debilita tanto quanto a depressão. A psicoterapia deve priorizar os aspectos positivos da personalidade do paciente. A distimia é um transtorno do humor. É uma depressão leve e constante. Por isso, os sintomas são quase os mesmos da depressão: tristeza prolongada, alterações de sono e apetite, falta de energia, sentimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Transtorno de humor que não debilita tanto quanto a depressão. A psicoterapia deve priorizar os aspectos positivos da personalidade do paciente.</strong></p>
<p>A distimia é um <strong>transtorno do humor</strong>. É uma depressão leve e constante. Por isso, os sintomas são quase os mesmos da <a href="http://www.sylviasabbato.psc.br/?p=18">depressão</a>: tristeza prolongada, alterações de sono e apetite, falta de energia, sentimento de falta de esperança, baixa auto-estima e dificuldade em tomar decisões.</p>
<p>A pessoa não tem vontade de sair de casa e não tem mais prazer ou interesse por quase nada. Apesar de estimulada, não consegue controlar seu desejo de permanecer no conforto do lar, sem a presença de outros, sequer de contato telefônico. Outro sintoma que aparece com freqüência é a irritabilidade, perde a paciência por nada.</p>
<p>Para que se chegue a este diagnóstico, é necessário que os sintomas da distimia estejam presentes por dois anos ininterruptos. Além disso, é preciso que se descarte a hipótese de se tratar de uma depressão em si (depressão maior), bem como excluir a possibilidade de estar havendo uma fase de exaltação do humor, como ocorre na <a href="http://www.sylviasabbato.psc.br/?p=20">síndrome bipolar</a>: mania ou hipomania.</p>
<p>A pessoa que sofre de distimia raramente procura ajuda; afinal, vive quase que normalmente. Às vezes, tem a doença desde a infância e adolescência; assim, pensa que seu estado de humor se deve à sua natureza, à sua personalidade.</p>
<p>O tratamento medicamentoso segue na linha dos anti-depressivos. A psicoterapia oferece ótimos resultados. Num primeiro momento, o foco da psicoterapia não deve ser a doença, mas sim os aspectos saudáveis da pessoa. Ela precisa voltar ou começar a acreditar em si e conseguir enxergar os resultados positivos de suas iniciativas. Quando capaz de ver estes resultados, reinicia sua jornada cada vez mais na direção da saúde.</p>
<p>Sylvia Sabbato</p>
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